Regulamento Ranking PKI

Após a Inclusão dos Campeonatos Regulares

Art. 1º Este regulamento estabelece normas para classificar pilotos de kart indoor, de acordo com seus resultados apresentados em cada competição, através dos critérios de um sistema de pontuação, nos termos deste regulamento.

Art. 2º Para os fins deste regulamento, considera-se:

I – Torneio – toda competição individual realizada integralmente no Brasil, às sextas, sábados, domingos ou feriados, no período de até 72 horas, a contar da data inicial do evento;

II – Campeonato Regular – toda competição individual realizada integralmente no Brasil, de forma fracionada, com suas etapas realizadas em diferentes datas espaçadas ao longo do ano;

Art. 3º Poderá concorrer ao corpo de competições que compõem o Ranking PKI, toda competição que estiver em conformidade com os critérios descritos no Art. 2º deste regulamento.

Parágrafo único. As organizações interessadas em ter suas competições incorporadas ao Ranking PKI deverão entrar em contato através do Portal do Kart Indoor, apresentando a seguinte documentação:

I – Regulamento da edição que se deseja ranquear, contendo:

  • Data de abertura e encerramento da competição;
  • Nomes das categorias;
  • Critérios para definição das categorias;
  • Peso, lastro e idade mínimos para participação em cada categoria;
  • Número de pilotos que, ao final da competição, irá compor o pódio de cada categoria;
  • Se houver, número de pilotos que irá compor a final ou semifinal de cada categoria;

II – Resultado completo de cada categoria da última edição realizada;

III – Dados pessoais dos pilotos inscritos na edição que se deseja ranquear;

Art. 4° O sistema de pontuação do Ranking PKI é constituído mediante os critérios a seguir:

I – Pontuação de referência;

II – Decaimento da Pontuação;

III – Equivalência matemática entre as posições;

IV – Faixa percentual da competição;

V – Classificação por Estrelas;

VI – Atualidade do resultado;

VII – Resultados Contemplados.

§ 1º Convencionou-se que a pontuação de referência para o cálculo de todo o sistema inicia-se em 2000 pontos, sendo esta a pontuação máxima que uma categoria poderá receber;

§ 2º O decaimento da pontuação segue um padrão que contempla categorias com até 125 posições, onde o 1º colocado recebe 2000 e o último somente 1 ponto. Caso a quantia de pilotos ativos ultrapasse este número, será atribuído aos excedentes, o mesmo valor da 125ª posição. Nos casos em que a quantidade de pilotos ativos for menor do que 125, o decaimento será distribuído conforme previsto pelo critério de equivalência entre posições;

§ 3º Entende-se como piloto ativo aquele que correu pelo menos uma bateria na categoria aferida;

§ 4º Quanto maior a quantidade de pilotos ativos de uma categoria, maior será o valor atribuído a cada posição da mesma, limitado aos 2000 pontos, conforme descrito no § 2º deste artigo. Uma fórmula é responsável por calcular a equivalência matemática entre as posições de categorias com quantidades diferentes de pilotos;

§ 5º Caso julgue necessário, o piloto poderá pedir a revisão do seu resultado através do formulário de contato do Portal do Kart Indoor;

§ 6º A classificação por estrelas se dará pelo posicionamento dos pilotos aferindo-se somente as pontuações conquistadas em torneios. A atribuição será feita da seguinte forma:

I – Do 1º ao 10º – 10 estrelas;

II – Do 11º ao 20º – 9 estrelas;

III – Do 21º ao 30º – 8 estrelas;

IV – Do 31º ao 50º – 7 estrelas;

V – Do 51º ao 80º – 6 estrelas;

VI – Do 81º ao 120º – 5 estrelas;

VII – Do 121º ao 200º – 4 estrelas;

VIII – Do 201º ao 360º – 3 estrelas;

IX – Do 361º ao 720º – 2 estrelas;

X – Acima do 721º – 1 estrela;

XI – Pilotos não ranqueados serão considerados como 1 estrela, independentemente do seu nível de experiência.

§ 7º A faixa percentual dos torneios será definida em assembleia anual pela Comissão de Avaliação do Ranking PKI, formada pelos pilotos:

I – Rafael Henning, do Rio de Janeiro – RJ;

II – Gustavo Zimmermann, de Caraguatatuba – SP;

III – Fernando Lima, de Curitiba – PR;

IV – Rodrigo Silva, de Brasília – DF;

V – Thiago Vila Nova, de Salvador – BA.

As avaliações serão realizadas levando-se em consideração a experiência da organização envolvida, o grau de aceitação dos pilotos, a localização geográfica do evento, a diversidade dos pilotos externos ao local do evento, entre outros.

§ 8º Os resultados conquistados em torneios, nas categorias destinadas exclusivamente para pilotos novatos terão sua faixa percentual, descrita no § 7º deste artigo, reajustada em 1/3 da pontuação original;

§ 9º A faixa percentual das categorias dos campeonatos regulares será definida pelo somatório do número de estrelas dos 10 pilotos melhores classificados na categoria aferida. A referência será sempre o torneio imediatamente anterior à atualização dos campeonatos regulares.

§ 10º Todo resultado conquistado está sujeito ao ajuste de atualidade, conforme os padrões:

I – Última edição da competição: valor integral;

II – Penúltima edição da competição: 95% do valor originalmente calculado;

III – Antepenúltima edição da competição: 90% do valor originalmente calculado.

§ 11º Para ser contemplado no ranking, cada resultado do piloto deverá atender a todos os critérios pré-estabelecidos. A saber:

I – Todos os critérios a seguir estão limitados a um espaço de tempo passado de no máximo 3 anos (desconsiderando-se os meses). Ex: 2019-3=2016, 2015 fora.

II – Serão consideradas somente as 3 últimas edições de cada competição realizada;

III – Serão consideradas as 6 maiores pontuações de cada piloto em torneios. Pilotos com menos de 6 resultados somarão 0 em cada um dos resultados faltantes;

IV – Será considerado um sétimo resultado como sendo a maior pontuação conquistada por cada piloto em campeonatos regulares. Pilotos que não tiverem resultados em campeonatos regulares, somarão 0 em seu R7;

V – Cada piloto poderá somar no máximo 3 resultados de uma mesma competição. Ex: Se um piloto correu o Torneio de Inverno na categoria pesados em 2013 e 2014 e, em 2015 correu nas categorias geral e pesados, será obrigado a descartar a menor pontuação dentre estas 4, dando lugar a maior pontuação conquistada em uma competição que não se encontre nestas condições;

§ 12º Serão realizadas 3 atualizações anuais para os resultados dos campeonatos regulares. Sendo:

I – Parcial 1, aferida em julho, no início do inverno, valendo 1/3 da pontuação;

II – Parcial 2, aferida em setembro, no início da primavera, valendo 2/3 da pontuação;

III – Final, aferida em dezembro, no início do verão, valendo a pontuação completa do campeonato.

§ 13º Para os campeonatos regulares que definem suas categorias através de uma fase classificatória, o Ranking irá considerar o resultado final do campeonato como categoria única. Onde o campeão da categoria principal será premiado como o campeão do grupo e, os campeões das categorias sucessivas serão premiados como a posição seguinte à do último colocado na categoria imediatamente superior.

§ 14º Para os campeonatos regulares que definem suas categorias através de critérios arbitrários, respeitando o nível técnico ou a experiência dos pilotos, o Ranking também irá considerar o resultado final do campeonato como categoria única, da mesma forma que a descrita no § 13º.

§ 15º Para os campeonatos regulares que definem suas categorias sem considerar qualquer forma prévia de disputa ou critérios embasados na técnica ou experiência dos pilotos, o Ranking irá considerar cada categoria separadamente.

Art. 5º O Portal do Kart Indoor se reserva o direito de alterar este regulamento, a qualquer momento, se julgar necessário para a evolução do Ranking PKI ou na resolução de questões não previstas.

Art. 6º O piloto que tiver mais pontos computados, será considerado o líder do Ranking PKI, o segundo o vice-líder e, assim sucessivamente.